domingo, 25 de outubro de 2009

Todo ser humano, pode ser humano


Temos uma imensa capacidade de comunicação, capacidade essa que se comparada com os outros seres vivos que habitam esse planeta é infinitamente superior, são diversos meios que usamos pra nos comunicarmos e com o passar dos séculos essa habilidade foi aprimorada, e hoje temos internet, telefone, cartas, vídeo conferencias e afins,
Realmente a capacidade de nos comunicarmos sem a presença física foi um avanço importante pra nossa sociedade, e comigo não foi diferente, faço uso desses meios de forma comercial e social, sites como Orkut, blogger, programas como MSN e etc, me auxiliam no decorrer do dia, e foi através deste tipo de comunicação que conheci muitas pessoas, mas nunca perdi a habilidade de comunicar-me pessoalmente, utilizo destes meios, mas não dispenso a interação coletiva.
Na contramão, existem pessoas que acabam fazendo da internet o único canal de comunicação, e assim perdem a vivencia social, que é o que nos faz evoluir como seres humanos, esse “Eu - virtual” que a maioria cria, as vezes por necessidade de afirmação ou de identidade, acaba se tornando um super herói, e um refugio da vida real.
E analisando a dificuldade que algumas pessoas têm de se comunicar e transmitir suas idéias e pensamentos, cheguei a conclusão do quanto certa fatia da sociedade está em regressão, talvez não existam como seres humanos, apenas vivem esses seres virtuais, sem perceber que dentro dele existe um ser que não existe para o resto da sociedade.
Para eles dou um conselho, façam a conta de quantos amigos tem em seus sites de relacionamento e quantos realmente se importam com vocês, ou realmente conhecem vocês, pra não dizer de quantos vocês realmente se importam, talvez alguns já estejam até mortos e vocês não saibam , é hora de sermos mais humanos e menos virtuais, temos o talento e a invenção, idéias na cabeça e um coração, se mostrem para que assim possamos ter mais gente nos parques, em áreas esportivas, bares, e por que não dizer nos motéis, nada como a velha troca de olhares, o olho no olho, afinal somos feitos de carne.

Um comentário:

  1. eu cá com os meus botões de carne e osso
    eu falo e ouço
    eu penso e faço

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