
Somos jovens, responsáveis por ditar o ritimo desta sociedade bucólica e descompaçada, que ainda vive como nos anos da inquisição, mudaram os hábitos o estilo mais nos dias de hoje ainda vemos "bruxas e bruxos" queimarem na fogueira dos preconceitos, fogueira essa que é alimentada pelo medo do diferente, pelo medo do novo, mais e quando esse novo conceito de vida já vem arrastado de geração em geração, bom difícil saber quem veio primeiro o ovo ou a galinha, porque desde que mundo é mundo as coisas acontecem do mesmo modo, as prostitutas compensam o desafecto das esposas infelizes, os homossexuais são vistos como criaturas de outro planeta, a mesma igreja ainda impõe os ensinamentos dos homens medievais, ainda se fala em fim do mundo, e por incrível que pareça ainda existe fome no mundo.
Medo, terrível vilão de mentes criativas e frutíferas, que ao invés de criar, criam barriga atrás de um funcionalismo publico ineficiente desde a origem da palavra, claro é mais seguro prestar uma prova e se esconder atrás de uma mesa de escritório, cómodo, muito cómodo por sinal passar umas horas do dia decidindo o que fazer com os salários supostamente altos, que de altos só tem o custo que a sociedade paga por um sistema falido de criatividade e criações, não os culpo romper a barreira do medo é difícil, afinal o que vão pensar de vocês se largarem a otima empresa que é o Bradesco pra investir economias de anos para abrir um banco que concede pequenos empréstimos pra pobres e pequenos empreendedores, obviamente dirão este rapaz/mulher é louco(a), pois a segurança de um salário é difícil de ser abandonada, mais saibam que foi desta forma que um homem ainda moleque criou este banco dos sonhos, emprestando pouco cobrando menos ainda e ganhando muito, bom visionários são raros, assim como são raras as pessoas que não tiveram a oportunidade de criar, desenvolver ou até mesmo sonhar com o impossível, portanto criem e não apenas desfrutem de patriarcas que não vivem mais, pois o mundo daqui a alguns bocado de anos ainda será o mesmo, já que o medo prende o criativo e faz com que o comum se torne sonho.
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